MISSA X CULTO PROTESTANTE
27 ago
Os protestantes não adoram a Deus.
Eles Lhe negam o seu culto devido, oferecendo a Ele apenas o culto de veneração, que é o “culto” oferecido pelos filhos a seus pais ou pelos discípulos a seu mestre. Eles, em seus “cultos”, têm apenas palavras a oferecer a Deus: palavras de louvor, palavras de agradecimento, palavras de pedidos. Palavras cantadas, palavras faladas, discursadas, gritadas até.O católico, por outro lado, adora a Deus
O Sacrifício de Cristo na Cruz é oferecido a Deus na Santa Missa, que é este Sacrifício Perfeito tornado novamente presente (não repetido) de forma incruenta (sem mortes e derramamento de sangue). Há palavras na Missa? Sim, por certo as há. Mas elas não são o centro da Missa, nem poderiam jamais ser. O centro da Missa é o Sacrifício, oferecido pelo sacerdote na Pessoa de Cristo em benefício de toda a Igreja. O Sacrifício é o mesmo, quer seja ele ofertado em voz baixa e inaudível ou em alta voz. A voz não importa, as palavras não são apenas orações, não são apenas palavras de agradecimento, louvor e petição. É por isso que nenhum pastor protestante prega os Santos Padres da Igreja.
Já no século II, os que consagravam o vinho no Sangue de Cristo, São João Crisóstomo, por exemplo, dizia: “Quando teus lábios forem tingidos pelo Sangue de Cristo, (…) toque em teus lábios após um momento de adoração e santifica-te todo”.
Essas não são palavras minhas. São palavras do século II. Por isso digo: como o Brasil vive um momento histórico do perigo de avanço pentecostal e protestante, é importantíssimo que vocês saibam porque muitos pastores não têm a coragem de irem a pregarem os Santos Padres da Igrejas.
Eles Lhe negam o seu culto devido, oferecendo a Ele apenas o culto de veneração, que é o “culto” oferecido pelos filhos a seus pais ou pelos discípulos a seu mestre. Eles, em seus “cultos”, têm apenas palavras a oferecer a Deus: palavras de louvor, palavras de agradecimento, palavras de pedidos. Palavras cantadas, palavras faladas, discursadas, gritadas até.O católico, por outro lado, adora a Deus
O Sacrifício de Cristo na Cruz é oferecido a Deus na Santa Missa, que é este Sacrifício Perfeito tornado novamente presente (não repetido) de forma incruenta (sem mortes e derramamento de sangue). Há palavras na Missa? Sim, por certo as há. Mas elas não são o centro da Missa, nem poderiam jamais ser. O centro da Missa é o Sacrifício, oferecido pelo sacerdote na Pessoa de Cristo em benefício de toda a Igreja. O Sacrifício é o mesmo, quer seja ele ofertado em voz baixa e inaudível ou em alta voz. A voz não importa, as palavras não são apenas orações, não são apenas palavras de agradecimento, louvor e petição. É por isso que nenhum pastor protestante prega os Santos Padres da Igreja.
Já no século II, os que consagravam o vinho no Sangue de Cristo, São João Crisóstomo, por exemplo, dizia: “Quando teus lábios forem tingidos pelo Sangue de Cristo, (…) toque em teus lábios após um momento de adoração e santifica-te todo”.
Essas não são palavras minhas. São palavras do século II. Por isso digo: como o Brasil vive um momento histórico do perigo de avanço pentecostal e protestante, é importantíssimo que vocês saibam porque muitos pastores não têm a coragem de irem a pregarem os Santos Padres da Igrejas.
A Missa não é culto protestante
Não entrem mais em comunhão com os demônios, não sejam enganados, permaneçam na verdade.A mediocridade de tantos católicos ao lado da ignorância tem levado a mentira ter aparência de verdade. Sem contar aquilo que se levanta contra a Igreja e o Seu Cristo, a ponto de haver uma verdadeira zombaria diante dos sacramentos. Mas não abandone a verdade da Igreja.
O Senhor cuida da sua Igreja e Ele sempre vai dar à Igreja santos e santas, homens e mulheres cheios do Espírito Santo para guardar a verdade.
“Não entreis em comunhão com os ídolos”.
A nossa comunhão é com o Corpo de Jesus Cristo. Quando anunciamos mistério do Sacramento, é uma realidade que nem todos aceitam e fazem zombarias.
É pela a Igreja que nos alimentamos do Corpo de Cristo, e a Igreja será criticada, pois quando se zomba da Igreja, se zomba do Sacramento de Deus.
Jesus tinha o desejo de se doar a nós. Foi Ele mesmo que instituiu o Sacramento da Eucaristia, e em cada Missa a Igreja realiza este mistério: quem transforma o pão em Carne de Cristo é o próprio Cristo.
Hoje, tentam destruir a moral da Igreja, pois se querem denegrir a imagem do seu noivo, através de novelas, de livros e filmes. Estão zombando da moral de Jesus, estão colocando Jesus como humano somente. Jesus não é um homem qualquer – é Homem totalmente divino.
Não se pode relativizar a Igreja, a Jesus Sacramentado. Tenho uma esperança no meu coração. Esta esperança é uma juventude adoradora.
O sublime Sacramento não é pão, é Corpo de Cristo.
Nós, católicos, estamos vivendo um tempo muito difícil. Estão mexendo com o Esposo da Igreja. Falando mal da moral da vida de Jesus, fala-se mal da Igreja.
Eu e você sabemos que a Missa não é culto protestante. De maneira alguma se pode comparar um culto protestante com uma Missa. A Missa é o Sacrifício de Jesus no altar.
O Senhor cuida da sua Igreja e Ele sempre vai dar à Igreja santos e santas, homens e mulheres cheios do Espírito Santo para guardar a verdade.
“Não entreis em comunhão com os ídolos”.
A nossa comunhão é com o Corpo de Jesus Cristo. Quando anunciamos mistério do Sacramento, é uma realidade que nem todos aceitam e fazem zombarias.
É pela a Igreja que nos alimentamos do Corpo de Cristo, e a Igreja será criticada, pois quando se zomba da Igreja, se zomba do Sacramento de Deus.
Jesus tinha o desejo de se doar a nós. Foi Ele mesmo que instituiu o Sacramento da Eucaristia, e em cada Missa a Igreja realiza este mistério: quem transforma o pão em Carne de Cristo é o próprio Cristo.
Hoje, tentam destruir a moral da Igreja, pois se querem denegrir a imagem do seu noivo, através de novelas, de livros e filmes. Estão zombando da moral de Jesus, estão colocando Jesus como humano somente. Jesus não é um homem qualquer – é Homem totalmente divino.
Não se pode relativizar a Igreja, a Jesus Sacramentado. Tenho uma esperança no meu coração. Esta esperança é uma juventude adoradora.
O sublime Sacramento não é pão, é Corpo de Cristo.
Nós, católicos, estamos vivendo um tempo muito difícil. Estão mexendo com o Esposo da Igreja. Falando mal da moral da vida de Jesus, fala-se mal da Igreja.
Eu e você sabemos que a Missa não é culto protestante. De maneira alguma se pode comparar um culto protestante com uma Missa. A Missa é o Sacrifício de Jesus no altar.
Católico que é católico não frequenta os chamados”cultos”.O verdadeiro culto que existe é a Santa Missa e nada além disso pode ser chamado de culto. E para ser chamado de culto é preciso ter um sacrifício como no Antigo Testamento, precisa ter um sacerdote, precisa ter um altar, nem mesmo isso que é o mais simples eles têm, o que eles fazem é apenas louvores.
A Missa não é um culto e sim, o Culto
A Missa é o mistério sublime, a Missaé a renovação e atualização do único e eterno sacrifício de nosso Senhor Jesus Cristo. Nela alcançamos tudo que for para nossa salvação.Bendito seja seu preciosíssimo Sangue! Se no antigo testamento o Sangue dos bodes, touros, cordeiro etc. expirava os pecados, muito mais o SANGUE DO CORDEIRO DE DEUS: Jesus Cristo. O Sangue de Cristo tranqüiliza nossa concupiscência.
Fazei isto em Memória de Mim (1Cor 11,14)
MEMÓRIA NO ANTIGO TESTAMENTO
Os significados da palavra de Jesus deve ser deduzido do Antigo Testamento que falam de memória (zeker) ou de recordar-se (zakar). É o conceito base da espiritualidade pré-cristã zkr (lembrar), não é apenas um “lembrar-se do passado”, mas é um lembrar-se eficiente, um acontecimento atuante e criativo. Assim, Deus se lembra de determinadas pessoas e concede-lhes sua graça e misericordia. “Quando Deus destruiu as cidades da planicie, Ele se lembrou de Abrahão e retirou Lote do meio das castatrofes (Gn 19,29). “Então Deus se lembrou de Raquel; Ele a ouviu e a tornou fecunda (Gn 30,22). Pelo fato de Deus recordar-se dos homens, surge situaçoes novas, principalmente em favor das pessoas recordadas. “Deus ouviu os gemidos do seu povo o Egito Deus lembrou-se de Abraao, Issac e Israel” Ex 2,24; Lv 1,42; Ez 16,60. De fato, os homens devem recordar de Deus com os seus beneficios. (Dt 5,15; 9,7; 32,7; etc……..).MEMÓRIA NO NOVO TESTAMENTO
No N.T. temos a visao de “memória e recorda-te”. No cantico de Zacarias lê-se: “Socorreu Isabel seu servidor, recordando do seu amor”, Lc 1,17 e 22). Na passagem da conversao de Cornelio em (At 10,4). O bom ladrao disse: ‘Jesus, lembra-te de mim, quando entrardes no teu paraíso (Lc 23,42). Quando Jesus se refere ao Espirito Santo, o lembrar nao é estático, mas criativo; vem a ser o novo mode de conhecer as coisas passadas. “O Espirito vos recordará de tudo e vos lembrará de tudo que eu vos disse” (Jo 14,26). O mandato confiado a Jesus a Igreja é confiado ( 1Cor 11,24s).
Os significados da palavra de Jesus deve ser deduzido do Antigo Testamento que falam de memória (zeker) ou de recordar-se (zakar). É o conceito base da espiritualidade pré-cristã zkr (lembrar), não é apenas um “lembrar-se do passado”, mas é um lembrar-se eficiente, um acontecimento atuante e criativo. Assim, Deus se lembra de determinadas pessoas e concede-lhes sua graça e misericordia. “Quando Deus destruiu as cidades da planicie, Ele se lembrou de Abrahão e retirou Lote do meio das castatrofes (Gn 19,29). “Então Deus se lembrou de Raquel; Ele a ouviu e a tornou fecunda (Gn 30,22). Pelo fato de Deus recordar-se dos homens, surge situaçoes novas, principalmente em favor das pessoas recordadas. “Deus ouviu os gemidos do seu povo o Egito Deus lembrou-se de Abraao, Issac e Israel” Ex 2,24; Lv 1,42; Ez 16,60. De fato, os homens devem recordar de Deus com os seus beneficios. (Dt 5,15; 9,7; 32,7; etc……..).MEMÓRIA NO NOVO TESTAMENTO
No N.T. temos a visao de “memória e recorda-te”. No cantico de Zacarias lê-se: “Socorreu Isabel seu servidor, recordando do seu amor”, Lc 1,17 e 22). Na passagem da conversao de Cornelio em (At 10,4). O bom ladrao disse: ‘Jesus, lembra-te de mim, quando entrardes no teu paraíso (Lc 23,42). Quando Jesus se refere ao Espirito Santo, o lembrar nao é estático, mas criativo; vem a ser o novo mode de conhecer as coisas passadas. “O Espirito vos recordará de tudo e vos lembrará de tudo que eu vos disse” (Jo 14,26). O mandato confiado a Jesus a Igreja é confiado ( 1Cor 11,24s).
Mandato da Ceia
Para os judeus, a Páscoa era um memorial. (zikkaron), que torna presente ou atualizava a atuaçao do povo iniciada por ocasiao da saída do Egito. Todo os anos, os judeus celebram a Ceia Pascal, recordando aquele acontecimento como se fosse vivendo ou como tivessem presente. (Ex 13,8). A idéia do passado que estivesse presente está em (1 Cor 11,26). Esse anunciar é um acontecimento e algo já ocorrido. Jesus ao celebrar a Eucaristia, ofereceu como remissao dos pecados ( Mt 26,27; Mc 14,24 e Lc 22,19s). Jesus quis que os discipulos repetissem os seus gestos (anánamises ou zikkaron), atualizando e tornando presente a Santa Ceio no Sacroficio do Senhor feito naSexta-feira da paixao.Eucarístia
Conscientes de que estavam celebrando um memorial no sentido biblico-judaíco, os antigos repetiam a Ceia dos Cristaos retomando as preces de açao de graças. É o memorial da paixao, acompanhada de bençaos e louvores (berakot). É da açao acompanhada com bençaos e louvores. É dessa moldura da acao de graças, caracteristica da Ceia Judaica , que provem o nome grego de Eucaristia. Anamnese em cada Eucaristia
Na anamnese sempre foi a consagraçao Eucaristica. “Fazei isso em Memória de Mim”. É memória e Sacrificio, e a memória equivale a mesmo e único sacrificio de Cristo; Memória equivale ao oferta do Sacrificio do Corpo e Sangue de Jesus. Nao se trata de uma “recordaçao psicologica”, mas perpetua e torna presente o Sacrificio de Cruz (sem o multiplicar). Ela renova e multiplica sim, a CEIA DO SENHOR. Cristo ofereceu uma vez na Cruz, para que tornar-se presente tantas vezes quando celebramos a Ceia Eucaristica. Por isso que na Missa, os catolicos reconhecem sua real presença de Deus, para que nós nos tornassemos presente em Jesus toda vez quando Celebramos a Ceia Eucaristica.
Conscientes de que estavam celebrando um memorial no sentido biblico-judaíco, os antigos repetiam a Ceia dos Cristaos retomando as preces de açao de graças. É o memorial da paixao, acompanhada de bençaos e louvores (berakot). É da açao acompanhada com bençaos e louvores. É dessa moldura da acao de graças, caracteristica da Ceia Judaica , que provem o nome grego de Eucaristia. Anamnese em cada Eucaristia
Na anamnese sempre foi a consagraçao Eucaristica. “Fazei isso em Memória de Mim”. É memória e Sacrificio, e a memória equivale a mesmo e único sacrificio de Cristo; Memória equivale ao oferta do Sacrificio do Corpo e Sangue de Jesus. Nao se trata de uma “recordaçao psicologica”, mas perpetua e torna presente o Sacrificio de Cruz (sem o multiplicar). Ela renova e multiplica sim, a CEIA DO SENHOR. Cristo ofereceu uma vez na Cruz, para que tornar-se presente tantas vezes quando celebramos a Ceia Eucaristica. Por isso que na Missa, os catolicos reconhecem sua real presença de Deus, para que nós nos tornassemos presente em Jesus toda vez quando Celebramos a Ceia Eucaristica.
A Eucaristía no contexto neotestamentário
João 6, 51
“Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo.” João 6 no discurso mais difícil que pregou JESUS e de fato ea mas controversal. JESUS ja se havia declarado que Ele é o pão da vida.
Dias antes, JESUS já havia caminhado sobre as aguas, desafiando todas as leis naturais (São Marcos 6, 45-52) poucos momentos antes JESUS havia multiplicado os pães (São Marcos 6, 35-43) com estes dois fatos Jesus quer dizer a seus discípulos que Ele faz com o pão o que quer (o multiplica) e com seu corpo também (caminha sobre as águas), ou seja, que tem poder sobre seu corpo e sobre os pães.
Agora entra-se no mistério e proclama que sua carne é pão. Difícil? Ele não caminhou sobre as aguas? ..Algo impossível para um homem. Não multiplicou os pães?…algo impossivel para um homem?
Seguramene que sim, não para DEUS. Ele que tem poder sobre as leis naturais de seu corpo e dos pães, logo pode transformar seu corpo em pão. Nesta passagem JESUS fala claramente, o pão que vai nos dar é sua carne, aqui esta explícito. Esta frase está isenta de simbolismo, mas para esclarecer ainda mais vamos ao texto grego original.
A palavra utilizada para definir carne é “sarx”, que em Grego quer dizer: “Carne, pedaço de carne, corpo, ser vivo, homem” vemos uma definição contundente de que JESUS utiliza uma palavra que denota corpo de carne e que não é de modo algum uma metáfora, fato que concordará com as palavras da última ceia. Existen outras duas palavras em Grego para definir carne, uma é “Kreas” que quer dizer: “Pedaços de carne” e é utilizado quando se fala de ingerir carne em uma comida normal (Rom 4, 21/1 Cor 8, 13) e “Sarkinos” que quer dizer “carnal” e é utilizado no sentido simbólico (Rom 7, 14/1 Cor 3, 1 / 2 Cor 3,3).
“Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo.” João 6 no discurso mais difícil que pregou JESUS e de fato ea mas controversal. JESUS ja se havia declarado que Ele é o pão da vida.
Dias antes, JESUS já havia caminhado sobre as aguas, desafiando todas as leis naturais (São Marcos 6, 45-52) poucos momentos antes JESUS havia multiplicado os pães (São Marcos 6, 35-43) com estes dois fatos Jesus quer dizer a seus discípulos que Ele faz com o pão o que quer (o multiplica) e com seu corpo também (caminha sobre as águas), ou seja, que tem poder sobre seu corpo e sobre os pães.
Agora entra-se no mistério e proclama que sua carne é pão. Difícil? Ele não caminhou sobre as aguas? ..Algo impossível para um homem. Não multiplicou os pães?…algo impossivel para um homem?
Seguramene que sim, não para DEUS. Ele que tem poder sobre as leis naturais de seu corpo e dos pães, logo pode transformar seu corpo em pão. Nesta passagem JESUS fala claramente, o pão que vai nos dar é sua carne, aqui esta explícito. Esta frase está isenta de simbolismo, mas para esclarecer ainda mais vamos ao texto grego original.
A palavra utilizada para definir carne é “sarx”, que em Grego quer dizer: “Carne, pedaço de carne, corpo, ser vivo, homem” vemos uma definição contundente de que JESUS utiliza uma palavra que denota corpo de carne e que não é de modo algum uma metáfora, fato que concordará com as palavras da última ceia. Existen outras duas palavras em Grego para definir carne, uma é “Kreas” que quer dizer: “Pedaços de carne” e é utilizado quando se fala de ingerir carne em uma comida normal (Rom 4, 21/1 Cor 8, 13) e “Sarkinos” que quer dizer “carnal” e é utilizado no sentido simbólico (Rom 7, 14/1 Cor 3, 1 / 2 Cor 3,3).
A Sagrada Escritura nos mostrou que desde os tempos de Abraão se levavam sacrificios de oferenda a DEUS para a remissão dos pecados.A Sagrada Escritura afirmou que estes sacrificios são continuos e diariamente até o fim dos tempso. No Antigo Testamento os sacrificios sangrentos de animais serão substituido por um novo sacrificio realizado com uma oblação pura.
Na Nova Aliança Jesus Cristo é ambos: O Sumo Sacerdote e a Vítima de Sacrificio.
O sacrificio de Jesus Cristo no Novo Testamento é uma representação não sangrienta de sua sangrenta crucifixão no Calvario. Ele é a oblação pura de Malaquías 1:11.
Pão e vinho serão transubstanciados no Corpo, Sangue, Alma e Divinidade de Jesus Cristo, como Ele mesmo o fez na Ultima Ceia. O sacerdote autorizado atuando “en Personna Christi”, chama o Verbo para que desça com sua palavra.
O pão e o vinho então são transformados na Sagrada Eucaristia pelo poder do Espírito Santo.
Jesus Cristo ensinou que devemos comer Seu Corpo e beber Seu Sangue ou não teríamos vida em nós. Ele não disse que deveríamos comer símbolos de Seu Corpo e Seu Sangue. Um símbolo não é uma realidade, não tem poder, e não pode impor a vida espiritual.
Aqueles que se negam a creer em Sua palavra, o tem chamado de mentiroso.
Aqueles que participam da Sagrada Eucaristia e não creem verdadeiramente que é Seu Corpo e Seu Sangue, tem atraído a eles mesmos sua propria condenação.
Na Nova Aliança Jesus Cristo é ambos: O Sumo Sacerdote e a Vítima de Sacrificio.
O sacrificio de Jesus Cristo no Novo Testamento é uma representação não sangrienta de sua sangrenta crucifixão no Calvario. Ele é a oblação pura de Malaquías 1:11.
Pão e vinho serão transubstanciados no Corpo, Sangue, Alma e Divinidade de Jesus Cristo, como Ele mesmo o fez na Ultima Ceia. O sacerdote autorizado atuando “en Personna Christi”, chama o Verbo para que desça com sua palavra.
O pão e o vinho então são transformados na Sagrada Eucaristia pelo poder do Espírito Santo.
Jesus Cristo ensinou que devemos comer Seu Corpo e beber Seu Sangue ou não teríamos vida em nós. Ele não disse que deveríamos comer símbolos de Seu Corpo e Seu Sangue. Um símbolo não é uma realidade, não tem poder, e não pode impor a vida espiritual.
Aqueles que se negam a creer em Sua palavra, o tem chamado de mentiroso.
Aqueles que participam da Sagrada Eucaristia e não creem verdadeiramente que é Seu Corpo e Seu Sangue, tem atraído a eles mesmos sua propria condenação.
A profecía:
“Porque, do nascente ao poente, meu nome é grande entre as nações e em todo lugar se oferecem ao meu nome o incenso, sacrifícios e oblações puras. Sim, grande é o meu nome entre as nações – diz o Senhor dos exércitos.”Malaquías 1:11 Para eliminar qualquer má interpretação e confusão, farei aqui uma pausa para algumas definições:
* Sacrificio:
É a forma mais elevada de adoração. Um sacerdote autorizado oferece uma vítima a DEUS como expiação pelos pecados da humanidade.
De todas formas, o sacrificio no Antigo Testamento era o holocausto de animais sem defeitos, mesmo por ser um sacrificio limitado, não podia reparar a infinidade de pecados da humanidade.
O sacrificio no Novo Testamento é um sacrificio infinito de redenção, o mesmo da qual o debil e limitado ser humano nunca pôde remediar. Era necessario o proprio DEUS infinito, para assim expiar as infinitas ofensas cometidas contra Ele pelas desobediencias da humanidade.
Jesus o Cristo é a vítima de sacrificio, o infinito sacrificio:
1Corintios 5:7, Efesios 5:2, 1Pedro 1:19, 1Juan 2:2, Apocalipsis 13:8
* Oblação:
É o ato de oferecer algo a DEUS em adoração e/ou em ações de graças.
É a oferenda do pão e vinho na Missa que pela transubstanciação se converte no Corpo e Sangue de Jesus Cristo.
* Holocausto:
É a destruição total, especialmente através do fogo.
* Ação de Graças:
A palavra grega utilizada para ação de graças no Novo Testamento é “eukharistia”, de onde se deriva a palavra Eucaristía.
* Sacrificio:
É a forma mais elevada de adoração. Um sacerdote autorizado oferece uma vítima a DEUS como expiação pelos pecados da humanidade.
De todas formas, o sacrificio no Antigo Testamento era o holocausto de animais sem defeitos, mesmo por ser um sacrificio limitado, não podia reparar a infinidade de pecados da humanidade.
O sacrificio no Novo Testamento é um sacrificio infinito de redenção, o mesmo da qual o debil e limitado ser humano nunca pôde remediar. Era necessario o proprio DEUS infinito, para assim expiar as infinitas ofensas cometidas contra Ele pelas desobediencias da humanidade.
Jesus o Cristo é a vítima de sacrificio, o infinito sacrificio:
1Corintios 5:7, Efesios 5:2, 1Pedro 1:19, 1Juan 2:2, Apocalipsis 13:8
* Oblação:
É o ato de oferecer algo a DEUS em adoração e/ou em ações de graças.
É a oferenda do pão e vinho na Missa que pela transubstanciação se converte no Corpo e Sangue de Jesus Cristo.
* Holocausto:
É a destruição total, especialmente através do fogo.
* Ação de Graças:
A palavra grega utilizada para ação de graças no Novo Testamento é “eukharistia”, de onde se deriva a palavra Eucaristía.
O Salvador não quis que o seu Sacrifício sangrento, de onde nasceu a Igreja, permanecesse entre nós apenas como uma lembrança longínqua, a ser atingida pela fé. Foi vontade sua perpetuar esse Sacrifício ao longo do tempo, tornando-o presente a cada instante que passa a história do mundo.Assim como o Verbo nos poderia ter salvado sem a Encarnação redentora, e entretanto quis salvar-nos pelo contato da sua Carne e aspersão do seu Sangue, assim decretou continuar a pôr a sua Carne em contato com a nossa e aspergir-nos com seu Sangue de modo sacramental no Sacrifício da Missa. O motivo de tal vontade não foi, de certo, a ineficácia e imperfeição do Sacrifício da Cruz. Perfeito e acabado em si, logo definitivo, resta-lhe todavia a ser aplicada a virtude, pessoalmente, a cada homem que aparece no mundo. Nesse sentido podia São Paulo falar no que faltava à Paixão de Cristo e que ele mesmo completava pelo Corpo de Cristo que é a Igreja (Col. I, 24).
Ora, nada falta à Paixão de Cristo a não ser a nossa participação individual. Resta, portanto, esta aplicar-se a cada criatura humana, em todos os tempos e lugares (Mediator Dei, n. 72-73). Resta ainda que o culto perfeito, uma vez rendido ao Altíssimo, no Calvário, perdure no tempo, pois que ele é devido todos os dias a todos os homens.
Nosso Senhor com o “Está consumado” diz que o seu sacrifício estava consumado e este sacrifício não salva ninguém, mas redime o gênero humano.
A redenção, ou salvação objetiva, abre novamente as portas do céu para o gênero humano. Mas a salvação subjetiva, ou simplesmente salvação, depende de nossa participação no sacrifício supremo.
Para assegurar, pois, a presença perpétua de seu único e definitivo Sarifício sangrento, o Senhor, na véspera de padecer, instituiu o Sacrifício não-sangrento, a Missa.
No Cenáculo, o rito era representação antecipada da imolação da Cruz, depois, passou a ser representação comemorativa dela.
Ora, nada falta à Paixão de Cristo a não ser a nossa participação individual. Resta, portanto, esta aplicar-se a cada criatura humana, em todos os tempos e lugares (Mediator Dei, n. 72-73). Resta ainda que o culto perfeito, uma vez rendido ao Altíssimo, no Calvário, perdure no tempo, pois que ele é devido todos os dias a todos os homens.
Nosso Senhor com o “Está consumado” diz que o seu sacrifício estava consumado e este sacrifício não salva ninguém, mas redime o gênero humano.
A redenção, ou salvação objetiva, abre novamente as portas do céu para o gênero humano. Mas a salvação subjetiva, ou simplesmente salvação, depende de nossa participação no sacrifício supremo.
Para assegurar, pois, a presença perpétua de seu único e definitivo Sarifício sangrento, o Senhor, na véspera de padecer, instituiu o Sacrifício não-sangrento, a Missa.
No Cenáculo, o rito era representação antecipada da imolação da Cruz, depois, passou a ser representação comemorativa dela.
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